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Tudo o que você precisa saber sobre a leucemia

01/02/2024 |

No mês de conscientização para prevenção, diagnóstico e combate à leucemia, Fevereiro Laranja, é essencial promover o acesso a informações e a superação de estigmas, levando ao diagnóstico precoce - a maioria das leucemias, quando identificadas precocemente e tratadas, podem ser curadas ou controladas.

Até o ano de 2025, o Brasil deve ter 34,6 mil novos casos de leucemia, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Com esse apanhado de informações que trazemos neste artigo, esperamos ajudar no enfrentamento dessa doença que, cada vez mais, afeta o mundo.
                       
Leucemia, o que é?
Leucemia é uma doença que se caracteriza pela perda de função e divisão desordenada dos glóbulos brancos ou leucócitos, células responsáveis pela defesa do nosso organismo. Ela inicia na medula óssea, local onde as células sanguíneas são produzidas. Na medula óssea, as células neoplásicas aumentam sua proliferação, afetando a produção das células sanguíneas normais.

Causas
As causas da leucemia não são geralmente conhecidas, mas alguns fatores estão comprovadamente associados ao desenvolvimento da doença, como a radiação e o benzeno. Outros fatores de risco incluem o tabagismo, a exposição a determinados produtos químicos, como formaldeído, histórico familiar, síndrome de Down, exposição a agrotóxicos, entre outros.

Sintomas
Os sintomas são pouco específicos, vão desde a fadiga, a dor de cabeça, febre, suores noturnos, dores nos ossos e articulações, além da perda de peso, palidez, desconforto abdominal, hematomas, náuseas e vômitos. É comum também um aumento da incidência de infecções.

Tipos de leucemias
As leucemias podem ser classificadas em mieloides e linfocíticas. As mieloides afetam as células mieloides, que originam as hemácias, plaquetas, monócitos, neutrófilos, eosinófilos e basófilos. Já as leucemias linfocíticas são aquelas que agem nas células linfoides, ou seja, as células que originam os linfócitos.

Podem ainda ser classificadas em agudas ou crônicas, conforme a velocidade do agravamento da doença. As leucemias, ditas crônicas, se agravam lentamente. As agudas se caracterizam por um agravamento mais rápido da doença.

Há quatro tipos mais comuns de leucemias:
- Leucemia linfocítica crônica: afeta células linfoides e apresenta evolução lenta. Raramente acomete crianças. É observada, com mais frequência, em pessoas com idade superior a 55 anos. Normalmente não leva ao desenvolvimento de sintomas, entretanto o paciente pode apresentar cansaço, sudorese noturna, perda de peso e aumento de gânglios.

- Leucemia linfocítica aguda: afeta as células linfoides. Entretanto, apresenta uma evolução rápida. Ocorre em adultos, mas acomete com mais frequência as crianças. Alguns dos sintomas que podem surgir nesse tipo de leucemia são dores nos ossos, articulações e cabeça, aumento de infecções, surgimento de hematomas, hemorragias, cansaço, tontura, vômito e palidez.

- Leucemia mieloide crônica: atinge as células mieloides e apresenta um agravamento vagaroso. Ocorre com maior frequência em adultos. Seus sintomas são pouco específicos, incluindo cansaço, febre, perda de peso, sudorese, surgimento de hematomas e aumento do baço, o que gera desconforto.

- Leucemia mieloide aguda: também afeta as células mieloides, porém se diferencia do último tipo estudado por se agravar de maneira rápida. Acomete tanto adultos como crianças, contudo se observa um aumento da incidência com a idade. Pode provocar sintomas como infecções recorrentes, palidez, febre, dores nos ossos, surgimento de hematomas, perda de peso, perda de apetite, aumento de baço e fígado, sangramentos e aumento dos nódulos linfáticos.

Diagnóstico
Assim como o de várias outras doenças, deve ser feito precocemente, para garantir o sucesso no tratamento. É fundamental que o paciente procure um médico ao perceber, por exemplo, o surgimento de infecções persistentes, aumento de gânglios e o surgimento de hematomas no corpo.

Para realizar um diagnóstico, o médico analisa o quadro clínico do paciente e exames, como hemograma e exames de coagulação. A confirmação do diagnóstico, é feita, por meio do mielograma, que consiste na retirada de sangue da medula óssea para análises mais específicas. O médico pode solicitar também uma biópsia da medula óssea.

Tratamento da leucemia
O tratamento depende de fatores como o tipo de leucemia e estado de saúde do paciente. Entre os tratamentos existentes, há a quimioterapia e o transplante de medula óssea.

O transplante de medula óssea consiste na destruição da medula do paciente doente e no recebimento de uma medula sadia. O transplante pode ser autogênico ou alogênico. O primeiro é realizado com a medula do próprio paciente e já o segundo proveniente da medula de um doador. O transplante pode ser ainda feito a partir de células precursoras da medula, obtidas no sangue de cordão umbilical ou no sangue circulante de um doador.

Doação
Para doar a medula óssea, é necessário que o doador seja compatível com o receptor, para que a medula não seja rejeitada. Como essa compatibilidade nem sempre é fácil de ser encontrada, é fundamental que as pessoas se inscrevam como doadores, para aumentar as chances dos pacientes de conseguirem o transplante. O cadastro pode ser feito em todos os hemocentros do país.



Fonte: INCA / Ministério da Saúde

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