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Vacinas - salvando vidas ao redor do mundo

11/04/2022 | Saúde e Prevenção

Desde o século 17 as vacinas têm salvado vidas ao redor do mundo. No Brasil, entre 1940 e 1998, a expectativa de vida ao nascer aumentou como resultado das vacinas, principalmente, da redução de óbitos por doenças infecciosas. A vacinação de crianças, reduziu não só os casos de doença, mas também, a circulação de agentes infecciosos entre a população, impactou positivamente na saúde de adultos e idosos (proteção coletiva).

Porém, apesar dos avanços na ciência, quase 20 milhões de crianças ainda não são vacinadas ou são sub-vacinadas em todo o mundo. Apesar de todos as conquistas é preciso persistir em busca das metas de eliminação de doenças – como sarampo, rubéola e tétano materno e neonatal. Nos últimos anos, o mundo presenciou vários surtos de sarampo, difteria, coqueluche e outras doenças imunopreveníveis.

Assim, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em 2002, criou a Semana de Vacinação nas Américas, que acontece sempre de 24 a 30 de abril.  Em 2012, a campanha foi estendida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para todo o planeta, tornando-se Semana Mundial de Imunização. O objetivo da Semana Mundial de Vacinação é conscientizar sobre a importância do uso de vacinas para proteger pessoas de todas as idades contra doenças evitáveis.

As vacinas atualmente são consideradas o segundo maior avanço da humanidade em termos de saúde pública, ficando atrás somente da oferta de água potável. Confira as conquistas:


No mundo

- Erradicação da varíola;
- Quase erradicação da poliomielite. Apenas dois países ainda registram a doença de forma endêmica: Afeganistão e Paquistão;
- Dois a três milhões de vidas salvas todos os anos, segundo a OMS;
- Queda de 73% na mortalidade por sarampo;
- Prevenção de 35% a 63% dos casos de diarreia severa por rotavírus nos países com altas taxas de mortalidade pela doença, dois anos após a implantação da vacina monovalente e de 41% a 57% dois anos após a implantação da vacina pentavalente;
- Redução da mortalidade por gripe nos períodos epidêmicos;
- Proteção contra a raiva nos países precocemente vacinados após acidentes de risco.


Nas Américas

- Eliminação da rubéola, da síndrome da rubéola congênita e do tétano materno e neonatal;
- Eliminação do sarampo entre os anos de 2016 e 2018. A doença retornou após queda continuada nas coberturas vacinais.


No Brasil

- Eliminação da febre amarela urbana;
- Controle da difteria, febre tifoide e meningite tuberculosa;
- Queda expressiva das meningites bacterianas, especialmente as causadas por Haemophilus influenzae B e meningococo C.




Um pouco de história 

Idealizada pelo médico Edward Jenner, a primeira vacina foi criada no século XVIII, quando a varíola era a maior ameaça da humanidade. Mas foi o  cientista francês Louis Pasteur (1822-1895) que imortalizou a descoberta de Edward Jenner ao generalizar o termo vacinação, denominando assim todo tipo de injeção imunizadora  para prevenir  doenças.

Hoje, há imunizantes contra muitas outras doenças, como poliomielite, sarampo, caxumba, gripe, hepatite A e B, entre muitas outras e, mais recentemente, contra a Covid-19. Considerada um dos maiores avanços da ciência, a vacina é responsável por evitar, a cada ano, entre dois e três milhões de mortes por doenças preveníveis, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. 




Fontes: Ministério da Saúde / Organização Mundial de Saúde

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