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Sofrimento psíquico: uma realidade a ser enfrentada

07/01/2022 | Saúde e Prevenção

Os últimos dois anos foram marcados pelo impacto da pandemia do novo Coronavírus na saúde mental das pessoas. O aumento do sofrimento psíquico é uma triste realidade, que precisamos enfrentar com ações efetivas. Vamos começar o ano com um olhar afetuoso e específico para superar este momento. Aumentaram, de maneira significativa, os sentimentos de preocupação, solidão e de falta de controle frente às incertezas do momento, além do estresse. Uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro demonstrou que casos de depressão dobraram no período de quarentena e que as ocorrências de ansiedade e estresse tiveram aumento de 80%.

Além disso, os estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), apontam o Brasil como o país mais ansioso do mundo (9,3%) e o segundo maior das Américas em depressão (5,8%).

Por isso, o mês de janeiro, dedicado à conscientização a respeito da saúde mental, é cada vez mais reconhecido como uma prioridade global. O fato é que a saúde mental causa reflexos na saúde individual, coletiva e no desenvolvimento econômico, levando ao afastamento do trabalho e elevando o preconceito.


Para enfrentar o problema, a Fiocruz lançou uma série de recomendações. Confira:
 
- Reconheça e acolha seus receios e medos, procurando pessoas de confiança para conversar; 
- Retome estratégias e ferramentas de cuidado que tenha usado em momentos de crise ou sofrimento e ações que trouxeram sensação de maior estabilidade emocional; 
- Faça exercícios e ações que auxiliem na redução do nível de estresse agudo (meditação, leitura, exercícios de respiração, habilidades manuais);
- Fique atento a suas necessidades básicas, garantindo pausas sistemáticas durante o trabalho (se possível em um local calmo e relaxante) e entre os turnos. 
- Invista e estimule ações compartilhadas de cuidado, evocando a sensação de pertencimento social (como as ações solidárias e de cuidado familiar e comunitário) 
- Mantenha ativa a rede socioafetiva, estabelecendo contato, mesmo que virtual, com familiares, amigos e colegas; 
- Evite o uso do cigarro, álcool ou outras drogas para lidar com as emoções; 
- Busque um profissional de saúde quando as estratégias utilizadas não estiverem sendo suficientes para sua estabilização emocional; 
- Busque fontes confiáveis de informação e reduza o tempo que passa assistindo ou ouvindo coberturas midiáticas.



Fonte: ANS/FioCruz 

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